“Ela apanhou, foi traída, saiu de um casamento abusivo com apenas 36 centavos no bolso… e se tornou a Rainha do Rock!”
Estamos falando de Tina Turner, uma das maiores artistas da história da música.
Tina Turner nasceu como Anna Mae Bullock, no interior dos Estados Unidos em 1939. Ainda jovem, entrou para a banda de Ike Turner em 1957, e juntos formaram um dos duos mais explosivos dos anos 60 e 70.
Mas por trás do sucesso havia um relacionamento abusivo. Tina sofreu agressões físicas e psicológicas durante anos. Em 1976, ela decidiu fugir — literalmente — atravessando uma rodovia e se escondendo em um hotel. Saiu do casamento praticamente sem dinheiro, abrindo mão de tudo, menos do seu nome artístico.
E foi aí que começou a virada mais impressionante da história do rock.
Na década de 80, quando muitos diziam que sua carreira estava acabada, Tina lançou o álbum Private Dancer, que vendeu milhões de cópias e trouxe o hit What's Love Got to Do with It — música que lhe rendeu um Grammy e consolidou sua volta por cima.
Ela se tornou um símbolo de força, superação e energia no palco. Suas performances eram intensas, cheias de atitude, sensualidade e potência vocal.
Em 1993, sua história virou filme: What's Love Got to Do with It, mostrando ao mundo o quanto ela lutou para conquistar seu espaço.
Tina Turner não foi apenas uma cantora. Ela foi resistência. Foi transformação. Foi prova viva de que nunca é tarde para recomeçar.
???? De vítima a lenda. De silêncio a grito. De dor a imortalidade.
Se você acredita em recomeços, essa mulher é a prova de que eles são possíveis.
Tina Turner, ícone da música, teve participações notáveis no cinema, destacando-se como a vilã Tia Entity em Mad Max - Além da Cúpula do Trovão (1985). Outros papéis marcantes incluem a Acid Queen no musical Tommy (1975) e aparições em O Último Grande Herói (1993) e no documentário Tina (2021).
Estamos falando de Tina Turner, uma das maiores artistas da história da música.
Tina Turner nasceu como Anna Mae Bullock, no interior dos Estados Unidos em 1939. Ainda jovem, entrou para a banda de Ike Turner em 1957, e juntos formaram um dos duos mais explosivos dos anos 60 e 70.
Mas por trás do sucesso havia um relacionamento abusivo. Tina sofreu agressões físicas e psicológicas durante anos. Em 1976, ela decidiu fugir — literalmente — atravessando uma rodovia e se escondendo em um hotel. Saiu do casamento praticamente sem dinheiro, abrindo mão de tudo, menos do seu nome artístico.
E foi aí que começou a virada mais impressionante da história do rock.
Na década de 80, quando muitos diziam que sua carreira estava acabada, Tina lançou o álbum Private Dancer, que vendeu milhões de cópias e trouxe o hit What's Love Got to Do with It — música que lhe rendeu um Grammy e consolidou sua volta por cima.
Ela se tornou um símbolo de força, superação e energia no palco. Suas performances eram intensas, cheias de atitude, sensualidade e potência vocal.
Em 1993, sua história virou filme: What's Love Got to Do with It, mostrando ao mundo o quanto ela lutou para conquistar seu espaço.
Tina Turner não foi apenas uma cantora. Ela foi resistência. Foi transformação. Foi prova viva de que nunca é tarde para recomeçar.
???? De vítima a lenda. De silêncio a grito. De dor a imortalidade.
Se você acredita em recomeços, essa mulher é a prova de que eles são possíveis.
Tina Turner, ícone da música, teve participações notáveis no cinema, destacando-se como a vilã Tia Entity em Mad Max - Além da Cúpula do Trovão (1985). Outros papéis marcantes incluem a Acid Queen no musical Tommy (1975) e aparições em O Último Grande Herói (1993) e no documentário Tina (2021).
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